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Procissão Fluvial e 1ª Missa na Capela do Cipó em louvor à Nossa Senhora

Cerca de 50 embarcações acompanharam a imagem de Nossa Senhora Aparecida pela procissão fluvial no rio Grande, na segunda-feira (12). A imagem foi recebida por cerca de mil fiéis que compareceram à primeira missa na Capela do Cipó, celebrada pelo arcebispo metropolitano de Uberaba, Dom Paulo Mendes Peixoto.

O trajeto pelo rio Grande começou às 8 horas, com saída do rancho de Fred Lima. "A procissão vai pelo rio fazendo zigue-zague e passando nas portas dos ranchos que fazem festa. É belíssimo", afirmou o padre Sérgio Márcio de Oliveira que acompanhou a procissão na balsa principal pela primeira vez. Após cerca de duas horas pelo rio Grande, a imagem de Nossa Senhora foi recebida pelos fiéis - nas margens próximas à antiga estação de trem do Cipó - que disputavam espaços para fazer a melhor foto.

A missa foi celebrada por Dom Paulo que classificou a região como privilegiada: "É uma maravilha este lugar. Nunca tinha visto algo parecido a essa procissão. Tudo isso mostra a força de Nossa Senhora e a devoção de seu povo", disse. Pelo alto número de fiéis presentes, várias pessoas acompanharam a missa do lado de fora da Capela, onde foi montada estrutura com serviços de bar e lanchonete. Foram servidos frangos assados e salgados como coxinha, croquete e pastel de carne ou queijo.

No fim da missa, o arcebispo presenteou a doadora do terreno e casa à paróquia, Maria da Glória Barbosa Afonso, com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Para assistir ao vídeo com trechos da Procissão e da Missa: (CLIQUE AQUI)

PREFEITO CONCEDE A POSSE DA BERLINDA COM IMAGEM À PARÓQUIA DA BASÍLICA

Após a missa, o prefeito Bruno Cordeiro assinou um documento concedendo a posse e uso da berlinda com a imagem de Nossa Senhora à Paróquia do Santíssimo Sacramento. O prefeito disse ainda que irá encaminhar à Câmara nos próximos dias, Projeto de Lei onde o Município concede em definitivo a propriedade à Paróquia.

Pela rede social Facebook, o professor Amir Salomão Jacob questionou o ato do prefeito. Segundo Amir, a imagem sempre pertenceu à Igreja e portanto, "ninguém pode dar o que não tem".